Category Archives: Política

Facto e Relações Políticas

O sindicato dos professores queixa-se que o Governo faz de propósito para não contratar professores. Contudo, Mário Nogueira certamente saberá que o número de professores por aluno tem vindo a diminuir desde 1980, passando de 15 para 7,2. Porque é que ele mente?

Talvez pela falta de fidelidade no discurso político, que aparece sobremaneira enviesando a realidade. E talvez porque quem não fizer assim, morre politicamente.

Música Portuguesa e economia

Ando por estes dias a concluir que gosto cada vez mais de música portuguesa. Não me estou a referir a um estilo de música tradicional, mas à nova música que é apresentado a um mercado jovem, e às vezes alternativo. Dentro dessa música consumo aquela que passa na Antena3, com vários nomes que são bastante divertidos. O único mal disto tudo, é que apenas esta rádio defende os músicos portugueses. É pena pois assim, existe pouco incentivo para que se aposte na música portuguesa, e a economia cultural seja muito pequena. O mesmo caso aplica-se ao cinema português.

E hoje mais do que nunca precisamos de combater o desemprego, razão pela qual temos de nos virar para nós próprios. E assim quero dizer que o produto português deve apostar na qualidade, e que falando por mim, não comprarei produtos portugueses se forem mais caros do que os estrangeiros.

A nossa economia deve-se concentrar em criar condições para que os produtos feitos em Portugal sejam mais competitivos do que os estrangeiros, sem que ponha em risco com as normas da UE; para que toda a gente possa usurfruir disso.

E esta?!

Passos Coelho diz que vai reduzir em 30% as rendas das parcerias público-privadas, o que se cifra em 4 mil milhões de euros. Todavia Paulo Morais aponta com razão que o valor das rendas anda por volta dos 40 mil milhões nos próximos anos e que 30 % deste valor é 12 mil milhões. Ou Passos Coelho se enganou ou anda aqui uma aldrabice de 8 mil milhões de euros.

Luís Menezes Leitão excelente

Fala da voracidade fiscal do nosso governo que através de medidas de bastidores faz com que se aceite o aumento de impostos. Diz ainda que as contas com a dívida são todas para pagar religiosamente, e que para isso se vai ao bolso dos contribuintes. E que nem por isso se anulam as parcerias público privadas e etc. O retrato deste governo parece demasiado escabroso para ser verdade, vejam pelos vossos próprios olhos!

Verdade

Se a selecção não fosse tão longe no nosso europeu, hoje estaríamos a falar do governo, e de austeridade. Os dias que correm são de descanso.

Sou de poucas opiniões

Como diz o João Miranda, grandes mentes discutem ideias, médias, eventos, e pequenas, pessoas. Isto a propósito do seu “post” em que defende a posição de António Borges. Quando este diz que os salários têm obrigatoriamente de baixar eu posso-o ouvir e reflectir acerca do que disse. Concordo ou não, mas nunca emito juízos de valor acerca dessa pessoa, pois não sei o que vai na sua cabeça, pois não a conheço. 

É esse um dos princípios basilares da democracia, o respeito pela opinião de outrém, e o desejo de seguir pelo melhor caminho possível, na busca da resolução dos problemas.

Portugal na senda da Grécia

Rui a. elabora um post no Blafésmias contando-nos que o Governo já vai com uma ano e ainda não se apresentou nenhuma reforma digna desse nome. Considera que estamos no caminho da Grécia, pois apenas maquilhamos o estado das nossas contas públicas, e os vários sectores do Governo definham.

Chocante!

Segundo Paulo Morais, as parcerias-público-privadas não vão ser revistas por este governo, ainda para mais com ordens da troika nesse sentido!

As contas reais do nosso país

A ver o post de Helena Sacadura Cabral sobre as estatísticas da realidade do nosso país, em que afirma que o pior lugar para ser agora, é ser tecnocrata e não ideólogo.

Justiça e política

Marinho Pinto na crónica de hoje aponta que a justiça está a caminhar no sentido do liberalismo. Segundo ele, o governo está a apostar na degradação do serviço para que as pessoas recorram cada vez mais ao privado, para que sejam feitos cada vez mais negócios privados. E aponta que este governo tem uma agenda ultra-liberal e que isso não pode ser feito, tal como fez no sector da saúde.