O Segredo do Amor

Apenas amamos aquilo que não possuímos completamente.

 

Marcel Proust

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O estilo de vida dos parasitas do estado

Não sou pessoa muito entendida neste assunto, todavia reencontro-me nas palavras do Carlos Abreu Amorim: “São sempre os mesmos. Vêm de todos os partidos ou de nenhum. Não têm política mas há muito que se servem de todas. Possuem presença firme e antiga nas fendas de este regime que crêem propriedade sua. O seu principal elemento distintivo é a resistência à mudança: em suma, eles, todos e em uníssono, preferem sempre que tudo continue como dantes. Se nos perspectivarmos pelo seu ponto de vista específico, no fundo, estão carregadinhos de razão – foi com as coisas como elas estão que eles conseguiram vivificar, ser gente e colocar o Estado ao seu serviço, década após década; logo, qualquer remota hipótese de alteração do status quo assume o tom de ameaça.

É facílimo identificá-los: são aqueles que rosnam contra o fim do regabofe das fundações; os que garantem que colocar algum rigor nas empresas municipais redundará no fim da civilização tal como a conhecemos; os muitos que juram que a Lei dos Compromissos vai paralisar o País; os que asseguram que Portugal tem o dever moral de manter uma televisão pública em concorrência com as privadas e que o Estado deve pagar anualmente indemnizações compensatórias à RTP de valores crescentes (este ano serão 508 milhões de euros); os que aconselham “calma” ao Governo, aqueles que pedem “abrandamento” nas Reformas, os que afirmam que “não se pode querer mudar tudo ao mesmo tempo”, e por aí adiante…
Odeiam este Governo. Não por ideologia mas apenas porque não estão habituados a serem desafiados no núcleo duro dos seus interesses.
Têm voz em toda a parte e falam como se defendessem o interesse público – questão que nunca os inquietou. Vêm acompanhados de múltiplos seguidistas embrulhados em embalagens variadas e de um infindável cortejo de idiotas úteis que trauteiam tautologicamente as melodias encomendadas sem nunca suspeitarem que o são.

Façam como cantava o Zeca: não se deixem “enganar com o seu ar sisudo” e nunca “lhes franqueiem a porta à chegada”. Sobretudo, não prescindam da capacidade de raciocínio próprio.
Eles estão aí e quase sempre estiveram aí – só que, desta vez, vão perder.

Porque respeitamos os outros?

Porque os outros também são parte de nós. Se não respeitarmos essa parte, sentimo-nos mal.

Como devemos fazer mover o mundo?

Certas pessoas falam de que as agências de rating nos controlam como se fossemos marionetas. Não sei se isto é verdade, mas que tipo de alternativas existem, e qual o papel das agências de rating no mercado mundial?

O porquê da celeuma acerca dos clubes

Descobri a razão porque os presidentes dos clubes alimentam ódios entre os adeptos: para adquirir maior audiência.

Para que existe a Protecção Civil

Portugal nos últimos dias tem sofrido a deflagração de vários fogos, e assiste-se por parte da protecção civil, uma incompetência preocupante. Falta de organização acusam os entendidos nesta matéria. E eu pergunto, o que faz a organização da Protecção Civil nos tempos em que não há fogos? Mais parece que andam a coçá-los.

Facto e Relações Políticas

O sindicato dos professores queixa-se que o Governo faz de propósito para não contratar professores. Contudo, Mário Nogueira certamente saberá que o número de professores por aluno tem vindo a diminuir desde 1980, passando de 15 para 7,2. Porque é que ele mente?

Talvez pela falta de fidelidade no discurso político, que aparece sobremaneira enviesando a realidade. E talvez porque quem não fizer assim, morre politicamente.

Aprendi com o Blasfémias hoje

Que um jornal revela a sua ideologia, não sobre o que publica, mas pelo que omite. E que o aumento do salário dos funcionários públicos em 2009 é inconstitucional, porque os privados não benificiaram desse aumento.

Música Portuguesa e economia

Ando por estes dias a concluir que gosto cada vez mais de música portuguesa. Não me estou a referir a um estilo de música tradicional, mas à nova música que é apresentado a um mercado jovem, e às vezes alternativo. Dentro dessa música consumo aquela que passa na Antena3, com vários nomes que são bastante divertidos. O único mal disto tudo, é que apenas esta rádio defende os músicos portugueses. É pena pois assim, existe pouco incentivo para que se aposte na música portuguesa, e a economia cultural seja muito pequena. O mesmo caso aplica-se ao cinema português.

E hoje mais do que nunca precisamos de combater o desemprego, razão pela qual temos de nos virar para nós próprios. E assim quero dizer que o produto português deve apostar na qualidade, e que falando por mim, não comprarei produtos portugueses se forem mais caros do que os estrangeiros.

A nossa economia deve-se concentrar em criar condições para que os produtos feitos em Portugal sejam mais competitivos do que os estrangeiros, sem que ponha em risco com as normas da UE; para que toda a gente possa usurfruir disso.

Nova contratação da cimpor

Armando Vara vai para a empresa cimenteira, não há dúvida de que quem é corrupto pode ter uma carreira muito boa na política.